A forte procura global por soja brasileira tem sido um motor para a valorização dos prêmios de exportação. A safra de 2025/26, que já é considerada recorde, está em grande parte comprometida com as vendas externas, evidenciando a competitividade do produto nacional no mercado internacional.
Apesar do cenário positivo para as exportações, a valorização do dólar também traz desafios. O câmbio desfavorável limita os ganhos dos produtores brasileiros, que enfrentam custos elevados em insumos como fertilizantes e combustíveis, impactando a rentabilidade.
No mercado futuro de Chicago, os contratos de soja para maio de 2026 fecharam a US$ 1.162,00 por bushel, com uma leve alta de 2,25 pontos. As cotações para julho e agosto de 2026 também registraram aumentos, refletindo a expectativa de continuidade na demanda e as condições climáticas nos Estados Unidos.



