Em 18 de maio de 2026, o mercado de soja registrou um aumento significativo nos preços após a China firmar um compromisso de compra com o setor agrícola dos Estados Unidos. No entanto, essa valorização não se refletiu nos ganhos dos produtores brasileiros. O mercado está atento ao cumprimento desse acordo, além de monitorar o comportamento do petróleo e a safra americana.
Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros de soja tiveram alta expressiva, com valores subindo mais de 20 pontos em um único dia, atingindo novamente a marca de US$ 12 por bushel. Essa movimentação é atribuída ao recente acordo comercial entre China e EUA, que prevê a compra de US$ 17 bilhões anuais em produtos agrícolas americanos.
Apesar da alta nos preços internacionais, os produtores brasileiros de soja não sentiram os efeitos positivos. A expectativa de aumento na demanda global ainda não se traduziu em melhores condições de venda para o mercado interno. Especialistas continuam a observar o cenário global e as possíveis repercussões para o Brasil.
Além do acordo sino-americano, o mercado agrícola está de olho nas flutuações do petróleo e na evolução da safra nos Estados Unidos. Essas variáveis são fundamentais para determinar o comportamento futuro dos preços das commodities agrícolas.



