A previsão de uma colheita robusta nos Estados Unidos desencadeou um movimento de realização de lucros, resultando em uma queda nos preços da soja na Bolsa de Chicago. Essa tendência foi observada apesar do aumento do dólar no Brasil, que compensou parcialmente o recuo dos preços internacionais, mantendo o mercado de soja brasileiro em um dia de negociações mornas.
Os contratos futuros de soja na Bolsa de Chicago registraram quedas significativas. O contrato de julho de 2026 caiu 4,75 centavos, fechando a US$ 1.149,25 por bushel. Já o contrato de agosto de 2026 recuou 5,25 centavos, enquanto o de setembro de 2026 diminuiu 4,50 centavos. O contrato de novembro de 2026 também sofreu uma queda de 4,25 centavos.
No Brasil, o aumento do dólar frente ao real ajudou a mitigar os efeitos da queda dos preços em Chicago, mas o mercado local permaneceu com negociações limitadas. A pressão sobre os preços continua, refletindo as condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos que impulsionam a expectativa de uma boa safra.



