A cotação da soja na Bolsa de Chicago subiu nesta segunda-feira, impulsionada por previsões de clima mais seco, o que gerou preocupações na região do Corn Belt. Apesar disso, a queda nos preços do petróleo e a baixa demanda chinesa nos Estados Unidos limitaram o movimento de alta. No Brasil, a demanda por soja continua forte, sustentando os preços, mesmo que eles permaneçam estáveis.
O mercado de soja em Chicago foi afetado por diversos fatores. A especulação sobre um clima mais seco na região produtora dos Estados Unidos trouxe apreensão, mas a falta de demanda da China e a queda do petróleo atuaram como forças contrárias, limitando os ganhos. A soja para entrega em julho de 2026 foi cotada a US$ 1.111,00 por bushel, uma queda de 8,25 centavos, enquanto outros contratos também registraram leves quedas.
No Brasil, a procura por soja se mantém intensa, o que tem sido um fator crucial para sustentar os preços, mesmo em um cenário de estabilidade. A demanda interna robusta continua a ser um ponto de apoio para as cotações, apesar das pressões externas.



