No cenário brasileiro, o fortalecimento do dólar compensou parcialmente a queda nos preços da soja em Chicago. Isso resultou em um dia de negociações mais estáveis, apesar das pressões externas.
Os contratos futuros de soja registraram quedas significativas: o contrato de julho de 2026 caiu para 1.149,25 dólares por bushel, uma redução de 4,75 dólares. Da mesma forma, os contratos de agosto e setembro de 2026 também apresentaram declínios, fechando em 1.153,00 e 1.149,75 dólares por bushel, respectivamente.
O clima favorável nos Estados Unidos tem sido um fator crucial para as expectativas de uma boa safra, o que, por sua vez, contribui para a pressão sobre os preços da soja. Essa situação contrasta com as condições climáticas extremas que os produtores brasileiros enfrentam devido ao avanço do fenômeno El Niño.



