O agronegócio brasileiro está em alerta devido às possíveis consequências do El Niño. A cafeicultura, por exemplo, está sob risco de prejuízos, especialmente se houver falhas trabalhistas que possam agravar a situação. Além disso, a produção de milho na região Sul tem se destacado, com produtores alcançando mais de 360 sacas por hectare na safra de verão, o que lhes rendeu o primeiro lugar no Concurso Getap de 2026.
O “Super El Niño” pode trazer chuvas extremas para o Sul do Brasil, enquanto o Norte e o Nordeste podem enfrentar secas severas. Em Santa Catarina, um alerta climático já foi decretado devido ao fenômeno. Essas condições climáticas adversas podem afetar a produção agrícola e a economia das regiões impactadas.
Os mercados agrícolas também estão atentos às mudanças climáticas. A soja, por exemplo, tem registrado leves baixas em Chicago, mas continua atenta aos conflitos no Oriente Médio. No mercado do boi, os preços médios do boi gordo em São Paulo e Pará têm mostrado reações positivas, enquanto o café enfrenta preocupações com o El Niño e a colheita no Brasil.



