Na última semana, o mercado de soja registrou um aumento significativo no volume de negócios, com preços ultrapassando R$ 140 por saca nos portos brasileiros para entrega em agosto. Este cenário positivo contrasta com a situação de duas semanas atrás, incentivando os produtores a avançarem nas vendas, mas com cautela para evitar riscos em datas futuras, como 30 de março e 30 de abril.
O início da semana foi marcado por uma atividade intensa no mercado interno de soja. Os produtores, cientes das condições favoráveis, decidiram acelerar as negociações, aproveitando os preços elevados. Essa estratégia visa minimizar a exposição a possíveis flutuações de mercado nas próximas semanas.
O cenário global também influencia o mercado de soja. A crise de fertilizantes, intensificada por cortes na oferta e conflitos internacionais, continua a afetar a produção agrícola. Além disso, o mercado de petróleo, que sofreu queda após o adiamento de ações militares dos EUA contra o Irã, também impacta os custos de produção e transporte.
Na Bolsa de Chicago, a soja apresentou variações, com quedas observadas em alguns contratos. Por exemplo, o contrato de maio de 2026 fechou em US$ 1.153,50 por bushel, uma redução de 1,50 centavos. As flutuações refletem as incertezas do mercado global e a oferta de derivados.



