O Brasil começou a semana negociando um volume significativo de soja, totalizando 1 milhão de toneladas nesta segunda-feira. Este movimento ocorre em meio a um cenário de flutuações nos preços em Chicago, onde a soja apresentou variações, mas encerrou o dia em queda. No mercado interno, os prêmios para a soja mostraram uma leve recuperação.
Em Chicago, a soja enfrentou um dia de testes nos dois lados da tabela, mas acabou fechando em território negativo. As perdas foram influenciadas pela queda nos preços do farelo e pela vigilância contínua sobre as tarifas impostas pelo governo Trump. Apesar disso, o mercado ainda observa o comportamento do dólar e as tarifas como fatores que podem impactar os preços.
No Brasil, o início da semana foi marcado por um volume expressivo de negociações de soja. Este movimento ocorre após o mercado em Chicago ter testado altas, influenciado por uma nova disparada no preço do óleo e pela desvalorização do dólar. Enquanto isso, os produtores do Pará enfrentam incertezas devido à invasão do terminal da Cargill em Santarém, o que pode afetar a entrega da safra.
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) classificou a invasão ao terminal da Cargill como um ato ilegal e incompatível com o Estado Democrático de Direito. A situação gera preocupação entre os produtores, que estão prestes a iniciar a colheita da soja e enfrentam dificuldades para escoar a produção. No mercado internacional, a arroba brasileira está próxima de atingir um valor histórico de 70 dólares, enquanto o milho mantém preços firmes devido à postura dos vendedores.



